Membrana Epirretiniana

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Membrana Epirretiniana

Membrana Epirretiniana

Membrana Epirretiniana

Membrana macular epirretiniana

Membrana epirretiniana

Membrana epirretiniana, descrita pela primeira vez no século XIX, é uma mebrana fibrocelular (células da glia, EPR e fibroblastos) avascular que se prolifera na camada interna da retina. Sua prevalência aumenta com a idade sendo de cerca de 2% em indivíduos até os 60 anos e de 12% nos acima de 70 anos.

O que causa a Membrana Epirretiniana (MER)

Pode ser idiopática (sem causa definida) ou secundária a algumas doenças: Descolamento do vítreo posterior, roturas retinianas e inflamações intra-oculares (cirurgias oculares, fotocoagulação a laser retiniana, crioterapia).

Quais são os sintomas

Em geral só é sintomática se a região macular ou perimacular estiver envolvida. Cursa com redução da acuidade visual, metamorfopsia,micropsia, macropsia, diplopia monocular (visão dupla).
Ocorre resolução espontânea (cura) em 25% dos casos.

Como é feito o diagnóstico

Com as queixas do paciente relatadas acima suspeitamos da possibilidade de uma membrana epirretiniana. Utilizando-se da tabela de Amsler é possível obter o relato de uma distorção das linhas, o que reforça a hipótese de MER.

Ao mapeamento de retina vislumbramos uma distorção dos vasos retinianos e perda do brilho natural macular. A tomografia de coerência óptica é o exame que determina com maior precisão a extensão da MER e o grau de comprometimento anatômico da retina.

Qual o melhor tratamento

Casos pouco sintomáticos, com boa acuidade visual, podem ser seguidos clinicamente com exames periódicos de mapeamento de retina e tomografia de coerência óptica.

O tratamento de escolha quando a visão está com comprometimento importante (acuidade visual menor que 20/50) é a realização de cirurgia de vitrectomia com retirada da membrana e peeling da membrana limitante interna.

Em geral utilizam-se contrastes (Indocianina verde p.e.) para melhor visualização da membrana no intra-operatório. A recuperação da visão pode levar de semanas a meses. Complicações como hemorragias retinianas, roturas e desenvolvimento de catarata podem ocorrer, porém, com técnicas atuais o risco mostra-se reduzido.

Entre em contato com o Dr Aron Guimarães

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